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     São José dos Campos - SP - Brasil

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Empatia na Pandemia
Tenhamos mais empatia, sejamos mais gratos, tolerantes, e quem sabe, esse exercício nos dê a possibilidade de conhecer melhor nossas afinidades, nossos egos, e não apenas deixar esse tempo passar sem que essa experiência não seja uma boa causa, pois tudo isso vai passar mesmo não sabendo o quanto irá durar, para que possamos encarar isso como apenas um intervalo para descansar.

Genha Auga
Página 2

O Respeito - Que valor é esse?
Muitos de nós temos o respeito como um valor fundamental nas nossas vidas. É um valor que aprendemos na família, na escola, é fundamental para vivermos em sociedade. O respeito está ligado à empatia, ao nos colocarmos no lugar da outro, passamos a ter outro olhar sobre as diferenças. Aprender a respeitar a si é um passo importante para respeitar o próximo. Costumamos usar o valor que damos a pessoas e coisas para medir o respeito que achamos que elas merecem, mas quando pensamos nos princípios básicos que falam que nascemos livres e iguais em direitos, e quando nos deparamos com os princípios da dignidade humana, temos que perguntar o que estamos fazendo a esse respeito. Em pleno séc. XXI vemos o preconceito, a intolerância, a discriminação e o desrespeito sendo parte da vida das pessoas. .

Mariene Hildebrando
Página 3

Aprendizagem e a crise de sentido nas escolas
Tensão entre a pedagogia tradicional e as mais recentes tornou ainda mais intensa a ênfase em resultados individuais. Educação de fato democrática requer investir na escola pública, e orientá-la por lógicas contrárias à competição
Roberto Rafael Dias da Silva
Página 4

A astúcia moralista do “seja você mesmo”
Alçada a mandamento, expressão sugere que sempre há, nos recônditos humanos, uma bússola ética de um eu essencial. Mas serve mais como escudo às metamorfoses da vida, ao tornar-se outro e perder-se — no amor ou em nós mesmos.

Eduardo Guimarães
Página 5

Elogio da frugalidade
De Platão a John Locke, de Santo Agostinho aos povos originários, um breve passeio pela busca da felicidade. Se modernidade reduziu-a ao consumismo vazio, é hora desmercantilizar ideal de prosperidade – e celebrar o equilíbrio, os afetos e a vida coletiva
“Uma intolerância insana nos cerca. Seu cavalo de Troia é a palavra felicidade. E eu acho que isso é mortal.” René Char

Serge Latouche

Página 6

Água potável: direito de todos e dever do Estado
Destacamos a importância da água enquanto direito humano, assim reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2010, constituindo, pois, direito de todos e dever do Estado.
O acesso à água é direito de todos e dever do Estado. O exercício desse direito depende de ações do Estado, que deve garantir o acesso à água potável e regular a forma de exercício desse direito, assim como de ações individuais relacionadas ao uso desse valiosíssimo líquido de forma racional e sustentável. Em tempos de escassez, não mais se concebe o seu tratamento como um recurso natural renovável, ilimitado.
Lucas Mello
Página 7

Apocalipse das abelhas: déficit de polinizadores se torna um problema crítico no sul global
O Brasil enfrenta a escassez de abelhas, responsáveis ​​pela polinização de uma de suas principais árvores frutíferas, o maracujá, criando condições para seu ninho no entorno das lavouras. Mudanças no uso da terra, gestão da terra e uso de pesticidas são os principais responsáveis ​​pela perda global de polinizadores.

Claudia Mazzeo
Página 8

Mil e uma maneiras de falar português; o idioma dos sonhos de 260 milhões de pessoas
O Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, reabre as portas após o incêndio de 2015, e propõe uma viagem pelas origens e atualizações do idioma presente em quase todos os continentes
Nos lares de Goa, na Índia, ou Macao, nas escolas do Timor Leste, nas ruas de Angola e Moçambique, nas praias do Brasil e em tantos outros lugares ressoa a cadência — por vezes mais aberta, em outras, mais anasalada— do português, uma das poucas línguas do mundo que é oficial em algum país de quase todos os continentes, com exceção da Antártida e Oceania.

Maiara Galarraga Gortázar
Página 9

 

Hiroshima e Nagasaki
A
história que eles querem que o mundo esqueça
A primeira explosão nuclear do mundo ocorreu em 16 de julho de 1945, quando um dispositivo de implosão de plutônio foi testado em um local localizado a 210 milhas ao sul de Los Alamos, Novo México, nas planícies estéreis da faixa de bombardeio de Alamogordo, conhecida como Jornada del Muerto (dia dos Mortos).

Bruce K. Gagnon

Página 10

Por que alguns gestores de fortunas odeiam a riqueza?
“Como podemos [...] combater o aumento da desigualdade?”, questionou Ralph Hamers recentemente numa entrevista. Hamers não é o chefe da Unicef, nem da Oxfam, tampouco da Social Mobility Foundation. Ele é o CEO do banco suíço UBS, um dos maiores beneficiários do crescimento das grandes fortunas.
Os últimos resultados do UBS registraram esse benefício de forma mais específica. O lucro líquido do segundo trimestre subiu 63%, chegando a US$ 2 bilhões (CHF 1,8 bilhão). Os ativos investidos pelos clientes cresceram 25% do início do ano até junho, chegando a US$ 4,5 trilhões. Houve algumas novas captações [net new money] – US$ 34 bilhões no trimestre –, mas a maior parte do aumento foi devido ao aquecimento dos mercados.

Patrick Jenkins
Copyright The Financial Times

Página 11

Quanto você deve ao mundo?
Quanto devemos ao universo por estarmos vivos? Se você consegue compreender esta frase, provavelmente é porque alguém te ensinou a ler. Antes disso, alguém também te ajudou com sua alimentação, coletando, preparando e te dando comida. Te ajudaram com vestuário, com a limpeza do seu corpo, te ensinaram a falar e a andar. A lista é extensa, mas não é preciso pensar muito para perceber que dependemos dos outros para sermos quem somos. Mas será que devemos a esses que nos ajudaram e ao universo pela nossa vida? Faz sentido pensar essas questões morais como se fossem dívidas?

Guilherme Sant’Anna
Página 12

O que os esqueletos nos dizem sobre a vida dos antigos romanos
Após análise, os esqueletos encontrados nas antigas necrópoles de Avenches nos contam mais sobre as condições de vida dos habitantes da antiga capital da "Helvetia Romana". Site et Musée romains d'Avenches
Novos estudos sobre esqueletos estão lançando luz sobre a vida e o estado de saúde dos habitantes da antiga capital da Helvécia romana. Uma abordagem multidisciplinar baseada nas mais recentes tecnologias científicas revela um cotidiano bastante duro. O Museu Romano de Avenches apresenta os resultados dessa pesquisa em uma exposição temporária intitulada "Les experts à Aventicum".

Olivier Pauchard
Página 13

Os rios e lagos do Brasil estão desaparecendo?
Relatório expõe calamidade: em 35 anos, o país viu secar 15% da sua superfície da água. No MS, perda foi de 57%. Maior redução ocorreu próximo às fronteiras agrícolas; temperaturas extremas e construções de barragens aprofundam devastação.

WWF Brasil

Página 14

Índice glicêmico e Carga glicêmica. Você sabe a diferença?
Mais relevante para a saúde e qualidade de vida é saber escolher as melhores fontes de carboidratos e equilibrar o tamanho das porções para evitar picos de glicose e insulina no sangue
Antes de restringir de forma desnecessária praticamente todas as fontes de carboidrato da sua dieta, tanto pensando em emagrecimento ou no controle de doenças como diabetes e obesidade precisamos entender esses dois conceitos importantes.

Fernanda Mendonça Dias
Página 15

Réquiem para o Brasil
Monteiro Lobato (1882-1948). José Bento Renato Monteiro Lobato foi o escritor da minha infância e de toda minha vida.
Na livraria Civilização Brasileira, no centro da cidade do Rio de Janeiro, havia na parede, com destaque, sua frase:
“Um País Se Faz Com Homens e Livros”. Nunca esqueci a Marquesa de Rabicó, das histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo, e desta frase que me ficou gravada desde a adolescência.
O Brasil está se desfazendo. Em artigo recente (02/08/2021), para o Portal Pátria Latina - Foram-se as Riquezas e o Estado, É a Vez do Território Brasileiro - escrevi: “nós mesmos, com nossa alienação, com a mesquinhez do interesse pessoal e imediato, vendo na política só uma falha de caráter e não a mais importante ação humana, com afirmou o Papa Francisco, entregamos nossas riquezas, nosso Estado Nacional e nosso território, afastando a Questão Nacional, que deveria ser a principal preocupação da existência do Brasil, do debate político”
.

Pedro Augusto Pinho
Página 16

 

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Site atualizado em 01-8-2021