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Gazeta Valeparaibana

"Analfabeto não é aquele que não aprendeu a ler. Analfabeto é aquele que aprendeu a

ler e não lê."

Mário Quintana

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Romarias

 

Um traço cultural a se destacar na cultura popular no estado de São Paulo são as romarias.

A pé, de bicicleta, a cavalo, de charrete, de moto, de carro, em ônibus fretados ou de carreira ou

até mesmo em "vans" fretadas, elas são constantes e por vezes antecipadamente marcadas em

atas pré-estabelecidas.

 

Acontecem durante todo o ano apresentando, ciclos de grandes picos, que chegam a levar as

polícias rodoviárias e municipais a montarem esquemas especiais para proteção do romeiro.

No Cone Leste Paulista, paralelamente tem vindo a se desenvolver de forma bem aperfeiçoado o Turismo Religioso.

 

Quando o percurso é feito a pé, os romeiros se auto intitulam de caminheiros, solitários, em duplas ou em grupos eles se propõem a este modo de expressão espiritual, para pagamento de promessas ou tão somente em atos de devoção.

 

Entre aqueles que empreendem as caminhadas de forma solitária, a sós, muitos deles carregam

cruzes por distâncias, por vezes superiores a 100 km. Também merecem especial destaque

aqueles que se organizam em grupos, cujas peregrinações são regulares, encontrando-se entre

esse caminheiros, por vezes, devotos que já atingem marcas significativas de 50 anos ininterruptos

de caminhadas (peregrinações).

 

São também numerosas as romarias com organizações internas, complexas em alguns

casos, verdadeiras instituições que congregam grande numero de afiliados, cujas peregrinações

são regulares, destacando-se entre estas, as romarias a cavalo, que apresentam maior nível

de organização e complexidade; em algumas delas, em romarias bem longas, chegam a

congregar acima de 1.500 cavalos e cavaleiros. Estas romarias, são, via de regra, uma convergência de expressões culturais com variedade de elementos convergentes, a saber: alimentos, indumentária s e sincretismo religioso.

 

Ocorrências: Alumínio, Araçariguama, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Cachoeira Paulista,

Cajuru, Campinas, Caucaia, Cidade de São Paulo, Cotia, Embu, Espírito Santo do Turvo, Franco

da Rocha, Ibiúna, Itapeva, Itapecerica da Serra, Itapetininga, Itapevi, Itatiba, Itu, Itupeva, Jandira, Jarinu, Jundiaí, Juquitiba, Louveira, Mairinque, Mairiporã, Mogi das Cruzes, Mogi Mirim,

Osasco, Piedade, Pilar do Sul, Piquete, Piracicaba, Pirapora do Bom Jesus, Poá, Porto

Feliz, Redenção da Serra, Santana do Parnaíba, São Luís do Paraitinga, São Roque, Suzano,

Vargem Grande Paulista, Valinhos e Vinhedo.

 

São Paulo, congrega o maior número de centros de peregrinação do Brasil. Sem contar as três

cidades-santuários de grande expressão como, Aparecida do Norte, Pirapora do Bom Jesus e

Iguape, existem muitos outros com as mais variadas motivações devocionais, procurados

regularmente ou em datas especiais.

 

Em alguns destes, em que pese a quantidade de devotos, chegam a passar quase despercebidos

por sua inclusão na rotina das cidades. Outros, ao contrário, quebram essa rotina pelo impacto

causado na vida das comunidades.

 

No Cone Leste Paulista, o turismo religioso tem-se centrado nas cidades: Aparecida do Norte, Bom Jesus dos Perdões, Pirapora do Bom Jesus, Tremembé e Guaratinguetá.

 

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