CÉREBRO PROCESSANDO FELICIDADE

 

 Chega um momento na vida que o cérebro precisa processar, priorizar o tempo, sentimentos e pessoas. Como fazer isso? Será que conseguimos?

Nosso tempo é relativo, depende do tanto que dedicamos às coisas que por muitas vezes são prioridades na vida e as pessoas que nem sempre são as que ocupam com qualidade nosso tempo.

O que queremos de fato? Responder a essa pergunta será realmente o primeiro passo para o cérebro digitalizar e corrigir, aprofundar e ter nossa assinatura na decisão da felicidade que buscamos.

Pensar: vamos e fazemos porque não tem outro jeito ou, pensar e fazer de outro jeito o que de fato gostaríamos.

Exemplos: Por que o natal tem que ser sempre do mesmo jeito? Muitas pessoas nem gostam de passar o natal com quem nem realmente amam e, se realmente as amam, porque não fazer isso durante o ano? Natal não é obrigatório. Natal é uma história bonita e dos cristãos, mas, se não praticamos o ano todo, que sentido há, em só no natal, nos abraçarmos?

Desejar levar a vida que escrevemos, não é “carma” ou sorte, e sim o que fazemos e o que fizemos. Cultura não tem código genético, não passa pelo sangue e sim irá escorrer pelo sangue da vida com o empenho e vontade de tê-la. Nosso “Curriculum Vitae” é feito de cultura, hábitos e vontades.

Ah! Mas o cérebro processa a má fé da gente com a gente mesmo, quando nos perguntamos: Por que não fui feliz no casamento? Porque não encontrei a pessoa certa.... Mas, quem foi o roteirista dessa cena e a quem demos o papel de protagonista?

Se errarmos, pensemos que isso é um processo criador porque antes de nos dar bem erramos. O que é preciso e o que queremos? Quanto temos de capacidade para esse querer?

Mas, não podemos confundir comprar e consumir com felicidade. Compramos muito, mas as roupas e objetos não serão nossas companhias, nas redes sociais “bombamos”, mas na verdade somos pessoas apenas esvaziadas, mostrando a vida social que vivemos em alguns momentos, mas, esse confessionário nos faz inclusos pela propaganda sem marcas e, consequentemente por isso as farmácias viraram lojas de produtos que nos fazem “felizes”...

Gastamos tudo para comprar objetos para sermos lindos, mostrar nossos talentos, sermos adorados mesmo que como objetos de consumo. Queremos ser consumidos, cheirados como perfumes, mas esquecemos da dignidade.

Reconstruir-se e ver qual parte nossa temos que melhorar com menos crenças e mais esforços e, se não deu certo ainda, é porque há muito que lutar, a vida nos desafia, mas temos que saber qual luta valerá a pena e mudar nossas vidas e, não ficar somente na luta do trânsito, com a família ou pelas redes sociais. Nossa luta é com o que somos e o que ainda poderemos ser. Pensar que hoje é nosso primeiro dia de vida e reinventar-se aproveitando toda oportunidade que surgir para Ser e não apenas para Ter e verdadeiramente sermos felizes junto de quem realmente queremos e amamos e não simplesmente tolerando, lutando e reclamando cegamente cheios de ódio.

Não é preciso ofender caso não concorde com o pensamento de quem é contraditório, pois mesmo que não sejamos donos do universo, podemos cuidar de nossas vidas e não tomar o veneno da ira porque ele mata somente quem prova.

Não basta parecermos felizes e sim sermos felizes. Para isso é preciso ajustar-se honestamente consigo mesmo e....

Viver feliz!

 

Genha Auga – jornalista MTB: 15.320

 

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