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A democracia é considerada como a melhor opção para esta época em que vivemos. Ela protege o conjunto de cidadãos do autoritarismo dos governantes e outras instituições estatais. A intenção ao se optar pela democracia é essa, favorecer quem é governado.

Quem é a pessoa que gosta de ser tratada de forma autoritária?

Entretanto, em sociedades cuja cultura comportamental, cujos costumes não permitem isonomia de usufruto de direitos para diferentes grupos e classes sociais, devido também à desigualdade na distribuição dos recursos, péssima educação escolar para a maioria da população e outros aspectos, faz a democracia representativa no Brasil parecer democracia “de fachada”, para “inglês ver”.

Um país em que a cristalização das burocracias partidárias tende a sufocar o encaminhamento político das reais reivindicações populares, uma cultura política corporativista, clientelista e patrimonialista, grupos relativamente homogêneos de políticos profissionais muito vinculados entre si, como compadres cordiais, asseguram posições e privilégios em detrimento a maioria dos cidadãos e que não autorizam acesso à cidadania plena por todos.

Uma situação assim não permite que a democracia funcione da forma como deveria funcionar.

Consequentemente, no Brasil a democracia representativa acaba por não fazer muita diferença quando comparada a algum regime autoritário, porque não protege o lado menos privilegiado da sociedade civil.

Como corrigir esse defeito na democracia brasileira?

Será que a democracia direta realmente vai funcionar?

Com a tecnologia disponível hoje em dia, teoricamente, é possível sim. Mas a questão é, a maioria da população está preparada para legislar diretamente?

As pessoas têm interesse e compromisso com o bem-estar alheio?

O problema no Brasil é justamente a mentalidade de privilégios. Que tal uma transição a “conta-gotas”?

Uma democracia semidireta, representativa e participativa ao mesmo tempo?

Começando pelos municípios, os representantes eleitos compartilharem o poder de legislar com os eleitores na forma de plebiscitos e referendos?

E que tal adotar o voto distrital para eleger vereadores e deputados?

O recall político?

Aproximar mais o eleito do eleitor?

Eu aprendi na vida que “em time que está perdendo, se deve mexer sim”. 

Que tal mudar o método, a forma como as coisas funcionam?

João Paulo E. Barros

 

 

 

 

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