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Por que fazem escolhas assim?


Dias atrás, saiu uma reportagem sobre uma adolescente alemã que juntou ao Estado Islâmico e, que está detida no Iraque, e deseja voltar para casa, está arrependida. Veja bem, o problema não é alguém gostar da religião islâmica, querer se tornar muçulmano, simpatizar com a crença. Fé espiritual é algo íntimo de cada pessoa, tem gente que não sente falta de religião e tem gente que sente falta. O que eu questiono é a opção dessas pessoas pelo radicalismo e pelo terrorismo, pela agressividade, pelo ódio. Eu que estou fora da Europa, eu tendo a imaginar que, mesmo com alguns problemas típicos da existência humana, quem vive lá vive bem. Não tem grandes problemas financeiros, não tem problemas de passar fome e sede, de ficar na fila do hospital aguardando atendimento demorado, não tem problemas com transporte público, mesmo quem não é rico tem uma vida com dignidade lá. Em tempos de crise econômica, as pessoas têm problemas típicos de terceiro mundo, mas não é para sempre, a crise passa e a vida normaliza. Entretanto, está evidente que tem gente na Europa que não está satisfeita com o sistema como a sociedade funciona. Não se adapta às exigências do status quo. Creio que a real questão não é a fé religiosa em si, mas uma desculpa para reagir com violência às frustrações, às decepções com a sociedade, uma máscara para disfarçar as reais motivações de ser agressivo. No contexto do Japão, a maioria das pessoas que não conseguem se enquadrar nas exigências do sistema comete suicídio. Pessoas que não encontram aceitação na sociedade em que vivem, ficam desorientadas, perdidas, querem entender qual é o seu lugar neste mundo chamado Terra. Provavelmente devem ter famílias desestruturadas e, tiveram dificuldades com os estudos escolares, e não conseguem emprego com facilidade. Uma pessoa de bem com a vida não entraria num grupo extremista e terrorista.


Na nossa opinião, as diversas sociedades das diversas nações precisam considerar rever conceitos. Todo mundo quer que os seus filhos e netos se deem bem nos estudos, na profissão, na vida, que vençam na vida, prosperem, sejam tidos pela coletividade como bons exemplos para os demais. Desde à Alemanha e demais países europeus, passando pelo Japão e outros países asiáticos até mesmo aqui no Brasil, a sociedade tem que repensar o modelo de sistema. Ao invés de cobrar, de exigir, de pressionar, não seria melhor tentar ajudar essas pessoas complicadas a descobrirem os seus dons, os seus talentos, os seus ativos naturais em suas mentes, e trabalharem com aquilo que realmente gostam e sabem fazer bem em vez de força-las a se adaptarem aos achismos da sociedade? Será que a coletividade não podia exigir menos e ajudar mais os indivíduos a encontrarem o seu lugar neste mundo?

 

João Paulo E. Barros

 

 

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