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Fandango de Tamancos

 

O Fandango de tamancos é a versão masculina do fandango, sem os bailados, entremeando os fortes sapateados e palmeados com os queromanas. As modas (cantigas) que relatam aspectos da vida rural com possibilidades de usar o improviso. A parte instrumental é proporcionada por uma sanfona de oito baixos, vulgo "pé de bode".

Praticado em: Capão Bonito e Ribeirão Grande

 

Fandango de Chilenas

 

Esta dança é executada com botas de meio cano; as botas dos tropeiros paulistas, nas quais são amarradas as chinelas, que são uma espécie de grandes esporas contendo várias rosetas que tinem durante o sapateado e o entrechoque das botas. O acompanhamento instrumental do evento é feito com violas. As modas, igualmente ao Fandango de Tamancos reproduzem improvisos da vida rural e das atividades tropeiristas, com grande incidência do improviso.

Praticado em: Capela do Alto, Sorocaba (terra da primeira grande feira de encontro de tropeiros) e Tatuí.

 

Dança de São Gonçalo

 

Esta é uma dança de cunho absolutamente religioso, quase sempre em pagamento de uma promessa ou então como uma forma de agradecimento de uma graça conseguida, expressando sempre uma devoção a São Gonçalo. No Estado de São Paulo existem duas formas absolutamente distintas de dança devocional: a de São Gonçalo do litoral e a de São Gonçalo do interior.

A dança de São Gonçalo do Litoral acontece sempre ao som de violas, rebecas, cordas em geral e caixa, todo valsado e solene, sempre executada por pares. É mais compacto, não durando mais do que 15 minutos, acontecendo sempre em cumprimento de promessa, no início dos bailes de sítio e fandangos.

A dança de São Gonçalo do interior, também executada em cumprimento de promessa, ao som de duas violas, é marcada pela alternância de vênias ao altar, palmeados e sapateados. Nesta regionalidade, os dançadores se apresentam organizados em duas filas, durante a função que se prorroga por toda a noite. São muitas as companhias, organizadas, que não raro, chegam a se revezar nas funções.

Praticado em: Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Capão Bonito, Capela do Alto, Jarinu, Itapeva, Joanópolis, Lagoinha, Mairiporã, Mogi das Cruzes, Natividade da Serra, Nazaré Paulista, Piracaia, Redenção da Serra, Santo António do Pinhal, Ribeirão Grande, São Luis do Paraitinga, São José dos Campos, Santa Isabel e Tatuí.

 

Catira e Cateretê

 

São denominações de nossas danças de sapateado, derivadas do antigo fandango português. Este tipo de dança ocorre em todo o Estado de São Paulo, inclusive na Grande São Paulo. Diversos grupos tem vindo a difundir este tipo de dança, motivando crianças e grupos de jovens a participar ativamente de eventos e de festas.

Praticados em: Álvares Florence, Arealva, Caconde, Cardoso, Cidade de São Paulo, Barretos, Bauru, Dracena, Dois Córregos, Gastão Vidigal, Guapiaçu, Guarulhos, Holambra, Ibirá, Jaboticabal, Mauá, Monte Aprazível, Nhandeara, Novo Horizonte, Osasco, palestina, Palmital, Platina, Paraguaçu-Paulista, Paranapuã, Paulo de Faria, Piracicaba, Poloni, Sabino, Santa Fé do Sul, São José dos Campos, Sorocaba, Tabatinga, Tanabi, Tapira, Taubaté, Urupês e Votuporanga.

 

Ciranda

 

Dança exclusivamente praticada no Litoral Norte Paulista, com marcas, figurados e passadinhos, em pares, acompanhada sempre por violas. Pode ser executada de forma individual ou integrando o conjunto de bailados do Chiba/Fandango.

Praticada em: Caraguatatuba, Ilha Bela, São Sebastião e Ubatuba.

 

Jongo

 

Jongo é uma dança de origem banto, do mesmo tronco do batuque, ambos, ancestrais do samba e do pagode, que resiste na sua forma original em algumas cidades do Vale do Paraíba Paulista.

Em Taubaté, São Luís do Paraitinga, Pindamonhangaba e Cunha, encontram-se os últimos redutos de Jongueiros do Vale do Paraíba Paulista e que se encontram, no momento, em fase de revivescência. Estruturado em roda, em torno de uma fogueira que além de aquecer ajuda a manter a afinação dos tambores, acontece atualmente em praças públicas, da mesma forma que, outrora, aconteciam nos terreiros. Com ela os participantes homenageiam São Benedito e os antepassados negros.

Praticada em: Cunha, Lagoinha, Pindamonhangaba, São Luis do Paraitinga e Taubaté.

 

Samba de Bumbo

 

É uma variante do  samba tradicional em São Paulo, considerado o ancestral do samba cosmopolita. Guardam traços que os aproximam do "Jongo" e do "batuque", seus parentes próximos e seus antecessores. Existem duas modalidades: O de Bumbo e o de Lenço.

O de Bumbo, que aqui se destaca e tem como foco de aglutinação a Festa de Bom Jesus, em Pirapora. Letras e melodias singelas e funcionais, algumas tradicionais, outra estruturadas de acordo com o momento ou as circunstâncias das festas.

Ocorrem em: Campinas, Pirapora e Santana do Parnaíba.

 

Samba de Lenço

 

Assim como o Samba de Bumbo, o Samba de Lenço é uma variação do samba tradicional em São Paulo; considerados como os verdadeiros ancestrais do samba cosmopolita, guardam traços que os aproximam do Jongo e do Batuque, seus parentes mais próximos e por muitos considerados seus antecessores. O Samba de Lenço, está mais relacionado à devoção familiar do grupo a São Benedito, cujas letras e melodias se assemelham às praticadas no Samba de Bumbo.

Ocorre na cidade de Mauá.

 

Dança de Pares

 

São variadas as danças chamadas de pares, enlaçados ou simplesmente de mãos dadas, praticadas em todo o Litoral Sul do Estado e no Vale do Ribeira. Dança de origem nobre, muitas ainda guardam a tradição dessa nobreza; provenientes das cortes européias, embalaram os luxuosos salões da corte brasileira. É assim com os "tchotes" (carreirinha, marcado, simples, inglês), com a mazurca (simples e de quatro), com as vaneirinhas, o caranguejo, a palminha e tantas outras.

Ocorrência: Apiaí, Capão Bonito, Itapeva, Itararé e Ribeirão Grande.

                                                                                               

Dança da Santa Cruz

 

A devoção à "Santa Cruz" (Cruzeiro) tão estimulada e introduzida pelos Jesuítas nos tempos da colonização, fixou-se de forma significativa na Grande São Paulo. Vale do Paraíba e Comunidades da Serra da Mantiqueira (Região Serrana). Nestas regiões são muito numerosas as capelinhas de "beira de estrada" e sítios, que lhe são devotos e nas quais acontecem as rezas e importantes festas do ponto de vista de tradição. A devoção se expressa com a Dança da Santa Cruz - o que na realidade consta de uma seqüência de danças nas quais são saudados o Cruzeiro Principal e as Cruzes enfeitadas de arranjos florais, que são colocadas na frente das casas de seus devotos.

Esta prática de tradição ocorre nas cidades de Carapicuíba, Itaquaquecetuba e Embu das Artes.

 

Chiba

 

A Chiba é uma versão do fandango no Litoral Norte Paulista. Esta versão compreende as modas próprias para os bate-pés, palmeados e os grandes figurados, com acompanhamento de violas na sua parte instrumental.

Nesta dança participam pares, sendo que as mulheres só executam os bailados, não os sapateados que são tarefa dos homens.

Ocorrências: Caraguatatuba, Ilha Bela, São Sebastião e Ubatuba. 

 

 

A única possibilidade de nos eternizamos nesta frágil vida, é plantando boas sementes.

É a melhor herança que deixamos!  

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