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São José dos Campos - SP - Brasil

 Carnaval, ontem e hoje

Cada folião brinca o carnaval como lhe apetece. Uma fantasia, um adereço, uma máscara, e pronto! É uma oportunidade para fazer coisas que normalmente não faríamos: dançar na rua, virar super-heróis, falar com desconhecidos, carregar na maquiagem, inventar uma performance.
Não sou do tempo do corso, mas já assisti a várias transformações na maneira de festejar o carnaval no Rio.

 

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Não há orgulho em BR.

 

Somos uma nação relativamente jovem. São 500 e poucos anos de descoberta. Mais uns quase 200 anos de independência. Nosso processo de independência — assim como a instalação da monarquia — é recheado de história de covardia, explorações e fugas. Alguns diriam que não há do que se orgulhar. O erro está justamente aí. Uma nova história não se escreve sem a defesa do conceito e orgulho de uma nação.
Há valor nos patriotas. O patriotismo consiste em saber que os erros ou falta de atitude do passado não deve comprometer os anseios do futuro. A história se reescreve diariamente, tornando tolo aquele que aponta as exibições de paixão pela terra como babaquice.

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Dia Internacional do Amor

Em quase todo mundo, no dia 14 de fevereiro, considerado o dia mais romântico e conhecido como Valentine’s Day (Dia de São Valentim), é comemorado o Dia do Amor correspondente ao Dia dos Namorados no Brasil.

A origem do Dia de São Valentim, celebrado nos Estados Unidos e na Europa, é muito anterior ao Dia dos Namorados instituído no Brasil.

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Um mal antigo e atual
Ainda nos dias atuais, persiste um grave problema que é antigo, mas recentemente, recebeu a denominação por Adela Cortina, que é filósofa e professora da Universidade de Valência, Espanha. O grave problema é a aporofobia.

A aporofobia é a aversão às pessoas pobres e miseráveis, às pessoas de baixa renda, que moram em periferias, até mesmo moradores de rua. A verdadeira fobia por trás da xenofobia é a aporofobia. Os ricos costumam ser bem recebidos em qualquer lugar, independentemente da sua nacionalidade ou etnia.

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Lusofonia e globalização

Mesmo em passos lentos, um novo sentido acerca (do entendimento) de lusofonia vem sendo articulado entre os governos no âmbito dos países de língua portuguesa. Ações antes limitadas ao espectro linguístico, hoje, cada vez mais, parecem alinhar-se a uma governança territorial influenciadas por aspectos ligados à globalização.

A esse respeito, é tendência que a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) crie condições ainda no ano de 2020 para que a mobilidade se torne um fenômeno gradual em vista da livre circulação de pessoas no interior do espaço lusófono. Conforme, Augusto Santos Silva, Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, “o regime de vistos nacionais é regulado pela legislação própria da cada Estado-membro. Quanto aos vistos Schengen, de curta duração, a legislação aplicável é forçosamente a legislação europeia”.

Destacado parceiro português, Jorge Carlos Fonseca, Presidente de Cabo Verde, afirmou recentemente que a CPLP deverá transformar-se em uma comunidade de povos e de cidadãos e não somente Estados, o que provocaria, sem dúvida, consequências ao exercício da mobilidade.

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Música é tudo de bom

Estudar música deixa as crianças mais atentas e menos ociosas: Pesquisas recentes mostram que aprender a tocar um instrumento na infância melhora funções cerebrais ligadas a habilidades como memória, organização e controle das emoções.
Dar um instrumento musical na mão do seu filho ajuda a estimular o desenvolvimento neurológico dele. Estudar música melhora as funções executivas do cérebro, responsáveis por habilidades como memória, controle da atenção, organização e planejamento do futuro.
Especialistas constataram que o treinamento musical aumenta a espessura de uma área nobre do cérebro, o córtex, responsável também pelo controle das emoções.

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O Des(Respeito) aos Direitos Humanos
Mesmo depois de tantos anos da Declaração dos Direitos do Homem estar em vigor, ainda é fato que não se conseguiu fazer com que ela seja respeitada na sua totalidade. As violações continuam a existir, em todos os países, de todos os tipos possíveis. As torturas, a violência contra a mulher, a xenofobia, o preconceito, o trabalho escravo, o abuso infantil, as comunidades indígenas, a falta de liberdade de expressão, o desrespeito a religião do outro., as minorias, lésbicas, gays, bissexuais, trans ou intersex (LGBTI). Os refugiados que sofrem com a discriminação. São tantas as violações e abusos cometidos que fica difícil citar todos

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Corrupção se aprende na Escola
Quando vemos os noticiários sobre corrupção de alguns administradores, políticos ou mesmo funcionários públicos, sempre nos perguntamos: onde nós estamos. Estamos cercados de corrupção por todos os lados! Em um grau maior ou menor! Sim! Às vezes chegamos a nos indagar: mas fulano quando estudava, trabalhava ou mesmo era de nossa convivência não era assim. Será?

Já parou pra pensar que nós aprendemos corrupção no dia e dia e não estamos sequer percebendo? Percebemos apenas quando a mídia divulga algum político de um ou outro partido, nas esferas dos poderes constituídos, que cujo interesse às vezes é partidário e não para se resolver o problema.
Leia na página 14

+ Matérias nesta edição no PDF:

- Dia Internacional do amor;

- Ajude o meio ambiente: Alternativas...;

- A controversa direita brasileira;

- O que a prisão de prestes pode ensinar a Lula;

- Cidadão de bem elegeu Bolsonaro, mas poderia...;

- Lobos devoradores e o cristofascismo no Brasil;

- O Capitalismo como imensa coleção de perguntas;

- Os sujeitos históricos contra a culta da barbárie.
 

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“Comunidades estão sendo envenenadas no Brasil”, denuncia relator da ONU

Baskut Tuncak, relator especial da ONU sobre substâncias tóxicas, conclui que a impunidade reina quando o assunto é crime ambiental no Brasil. Ao terminar sua missão pelo país, ele alerta que o Brasil está em um "trágico caminho de desmantelamento das instituições de proteção do meio ambiente". O especialista esteve no país por duas semanas em dezembro e, no segundo semestre de 2020, apresentará seu informe final diante do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

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“Tudo o que o homem não conhece não existe para ele. Por isso, o mundo tem para cada um o tamanho que abrange o seu conhecimento”.
Carlos Bernardo González Pecotche

“O espectro político esquerda-direita é criação nossa. Na verdade, reflete cuidadosamente nossa polarização artificial minuciosa da sociedade, dividida em questões menores que impedem que se perceba nosso poder”,
A tecnocracia oculta do Poder

Como querer mudar um país cujo povo dá mais importância á igreja, ao futebol e á novela do que ao exercício da cidadania?
Filipe de Sousa

“A desobediência é, aos olhos de qualquer estudioso da História, a virtude original do homem. É através da desobediência que se faz o progresso, através da desobediência e da rebelião”.
Oscar Wilde

 

 

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